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	<title>Comentários para FILOSOFIA</title>
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	<description>Espaço de trabalho e partilha de recursos.</description>
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		<title>Comentário em 10. Ficha. Propostas de correcção. por Joana</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2009/05/14/10-ficha-propostas-de-correccao/#comment-66</link>
		<dc:creator>Joana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 21:48:50 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, já estou a perceber melhor e a compreender que tudo se relaciona. A Equidade de Rawls com a perspectiva de Kant e simultaneamente com o Imperativo Categórico que é a forma da lei moral.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, já estou a perceber melhor e a compreender que tudo se relaciona. A Equidade de Rawls com a perspectiva de Kant e simultaneamente com o Imperativo Categórico que é a forma da lei moral.</p>
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		<title>Comentário em 10. Ficha. Propostas de correcção. por NP</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2009/05/14/10-ficha-propostas-de-correccao/#comment-65</link>
		<dc:creator>NP</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 21:29:21 +0000</pubDate>
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		<description>A proposta de Rawls enquadra-se numa perspectiva similar à de Kant. O Homem é um ser marcado pela sua racionalidade e senhor de uma dignidade que não permite a sua instrumentalização. É bom de ver que, seguindo esta ordem de ideias, é em contraste com o utilitarismo que o pensamento de justiça se afirma: a procura, como em Kant, de um princípio absoluto que permita a aferição do que é socialmente justo ou injusto; a afirmação da superioridade da &lt;strong&gt;pesso&lt;/strong&gt;a e da inviolabilidade do individuo face ao social (e aqui o contraste com o pensamento de Aristóteles).  Desta preocupação decorre uma outra e que tem a ver, precisamente, com a justiça, com a forma como os bens sociais são distribuídos.
Como bem sabes, as preocupações morais nasceram da constatação da existência em sociedade e da necessidade de regular as relações entre iguais. Também percebes que nem sempre essa relação se opera com fundamento na lisura e no respeito mútuo, surgindo frequentemente conflitos de interesses que importa regular para garantir uma convivência pacífica e a paz social. É perante esta necessidade que Rawls se preocupa com a definição de um critério que distribua de uma forma adequada quer os encargos quer os benefícios da cooperação entre cidadãos. A sua tese é a de que a sociedade se deve apoiar numa «teoria da justiça» (nome da sua obra fundamental), isto é, num conjunto de princípios que organizem a sociedade, garantindo a distribuição equitativa dos benefícios sociais. Propõe uma justiça  que promova a equidade (ou a imparcialidade): 


&lt;blockquote&gt;&quot; Todos os bens sociais primários têm que ser distribuídos de um modo igual, a menos que uma distribuição desigual de um ou de todos os bens resulte em benefício dos mais desfavorecidos&quot;.
Compreendes?
&lt;/blockquote&gt;

A questão que se cloca é esta:«Como definir estes princípios?», isto é, como garantir de facto a imparcialidade ou a equidade? Rawls propõe um procedimento tal que as pessoas -- livres e racionais -- os aceitariam, para poderem prosseguir a sua existência, se colocadas numa &lt;strong&gt;posição original&lt;/strong&gt; de igualdade.
Para estabelecer esses princípios, Rawls imaginou uma situação ideal  -- a posição original -- e na qual era estabelecido um contrato (contrato social) a coberto do &lt;strong&gt;véu da ignorância&lt;/strong&gt;.
Que significa isto? O véu da ignorância representa o pressuposto de equidade na base do qual se estabeleceriam contratualmente os princípios de justiça. Trata-se de uma assembleia de indivíduos sem história e sem consciência da sua posição social os quais, racionais e livres, chegam a um acordo racionalmente argumentado e partilhado. Sob o véu da ignorância da sua posição social cada participante no acordo não pode optar por um princípio que o beneficie. Pelo contrário, deste acordo resultam princípios de justiça imparciais e universais (não te parecem parentes próximos do imperativo categórico?)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de Rawls enquadra-se numa perspectiva similar à de Kant. O Homem é um ser marcado pela sua racionalidade e senhor de uma dignidade que não permite a sua instrumentalização. É bom de ver que, seguindo esta ordem de ideias, é em contraste com o utilitarismo que o pensamento de justiça se afirma: a procura, como em Kant, de um princípio absoluto que permita a aferição do que é socialmente justo ou injusto; a afirmação da superioridade da <strong>pesso</strong>a e da inviolabilidade do individuo face ao social (e aqui o contraste com o pensamento de Aristóteles).  Desta preocupação decorre uma outra e que tem a ver, precisamente, com a justiça, com a forma como os bens sociais são distribuídos.<br />
Como bem sabes, as preocupações morais nasceram da constatação da existência em sociedade e da necessidade de regular as relações entre iguais. Também percebes que nem sempre essa relação se opera com fundamento na lisura e no respeito mútuo, surgindo frequentemente conflitos de interesses que importa regular para garantir uma convivência pacífica e a paz social. É perante esta necessidade que Rawls se preocupa com a definição de um critério que distribua de uma forma adequada quer os encargos quer os benefícios da cooperação entre cidadãos. A sua tese é a de que a sociedade se deve apoiar numa «teoria da justiça» (nome da sua obra fundamental), isto é, num conjunto de princípios que organizem a sociedade, garantindo a distribuição equitativa dos benefícios sociais. Propõe uma justiça  que promova a equidade (ou a imparcialidade): </p>
<blockquote><p>&#8221; Todos os bens sociais primários têm que ser distribuídos de um modo igual, a menos que uma distribuição desigual de um ou de todos os bens resulte em benefício dos mais desfavorecidos&#8221;.<br />
Compreendes?
</p></blockquote>
<p>A questão que se cloca é esta:«Como definir estes princípios?», isto é, como garantir de facto a imparcialidade ou a equidade? Rawls propõe um procedimento tal que as pessoas &#8212; livres e racionais &#8212; os aceitariam, para poderem prosseguir a sua existência, se colocadas numa <strong>posição original</strong> de igualdade.<br />
Para estabelecer esses princípios, Rawls imaginou uma situação ideal  &#8212; a posição original &#8212; e na qual era estabelecido um contrato (contrato social) a coberto do <strong>véu da ignorância</strong>.<br />
Que significa isto? O véu da ignorância representa o pressuposto de equidade na base do qual se estabeleceriam contratualmente os princípios de justiça. Trata-se de uma assembleia de indivíduos sem história e sem consciência da sua posição social os quais, racionais e livres, chegam a um acordo racionalmente argumentado e partilhado. Sob o véu da ignorância da sua posição social cada participante no acordo não pode optar por um princípio que o beneficie. Pelo contrário, deste acordo resultam princípios de justiça imparciais e universais (não te parecem parentes próximos do imperativo categórico?)</p>
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	<item>
		<title>Comentário em 10. Ficha. Propostas de correcção. por Joana</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2009/05/14/10-ficha-propostas-de-correccao/#comment-64</link>
		<dc:creator>Joana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 20:49:35 +0000</pubDate>
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		<description>Professor tenho algumas dúvidas acerca da teoria da justiça como equidade de Rawls, seria possível explicar-me melhor?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor tenho algumas dúvidas acerca da teoria da justiça como equidade de Rawls, seria possível explicar-me melhor?</p>
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	<item>
		<title>Comentário em ÉTICA E TECNOCIÊNCIA. por RM</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2007/05/30/etica-e-tecnociencia/#comment-63</link>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 15:14:39 +0000</pubDate>
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		<description>Confesso que gostei. Realmente a ténue linha existente entre a tecnologia e a sociedade é das mais perigosas da nossa sociedade actual. Também a bioética e a manipulação genética não só de seres vivos, o que é ridículo uma vez que, agora, até já a cor dos olhos e o sexo dos nossos filhos podemos escolher, mas também de alimentos pelo simples facto de muitas vezes já darmos por nós a saborear uma laranja com o formato de uma maçã, são exemplos da Tecnociência.
Apenas penso que, ao pegar-se, num tema como este deverias ter ido mais longe, aprofundar, ir à essência da questão, ir ao &quot;até onde é que isto nos vai levar&quot; já que essa é a pergunta que todos nós fazemos e para a qual resposta não obtemos.
E já agora, penso que não nos é cada vez mais exigido o termos um &#039;conhecimento em todas as áreas.&#039; até porque nós estamos a caminhar para a especialização, já ninguém sabe algo sobre um tudo, mas sim um tudo sobre um algo muito pequena. Afinal de contas um especialista é alguém que sabre imenso sobre muito pouco! (Apenas um a simples opinião) **</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que gostei. Realmente a ténue linha existente entre a tecnologia e a sociedade é das mais perigosas da nossa sociedade actual. Também a bioética e a manipulação genética não só de seres vivos, o que é ridículo uma vez que, agora, até já a cor dos olhos e o sexo dos nossos filhos podemos escolher, mas também de alimentos pelo simples facto de muitas vezes já darmos por nós a saborear uma laranja com o formato de uma maçã, são exemplos da Tecnociência.<br />
Apenas penso que, ao pegar-se, num tema como este deverias ter ido mais longe, aprofundar, ir à essência da questão, ir ao &#8220;até onde é que isto nos vai levar&#8221; já que essa é a pergunta que todos nós fazemos e para a qual resposta não obtemos.<br />
E já agora, penso que não nos é cada vez mais exigido o termos um &#8216;conhecimento em todas as áreas.&#8217; até porque nós estamos a caminhar para a especialização, já ninguém sabe algo sobre um tudo, mas sim um tudo sobre um algo muito pequena. Afinal de contas um especialista é alguém que sabre imenso sobre muito pouco! (Apenas um a simples opinião) **</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário em ÉTICA E TECNOCIÊNCIA. por Joao</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2007/05/30/etica-e-tecnociencia/#comment-57</link>
		<dc:creator>Joao</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 00:45:00 +0000</pubDate>
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		<description>Confesso que li e reli, mas não consegui extrair nada...não existe nada de concreto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que li e reli, mas não consegui extrair nada&#8230;não existe nada de concreto&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Comentário em ÉTICA E TECNOCIÊNCIA. por NP</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2007/05/30/etica-e-tecnociencia/#comment-55</link>
		<dc:creator>NP</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 20:25:13 +0000</pubDate>
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		<description>»Estou a fazer um trabalho de filosofia 11 ano e precisava de saber quais os problemas da tecnociencia na ética. Agradecia qualquer informaçao.»

Um trabalho de investigação é sempre a resposta a uma questão.
Só enunciando essa questão, só remetendo para o problema que te preocupa se pode esperar a ajuda esclarecedora de alguém.
Deves enunciar, em primeiro lugar, qual é a questão a que o teu trabalho pretende dar resposta.
Certo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>»Estou a fazer um trabalho de filosofia 11 ano e precisava de saber quais os problemas da tecnociencia na ética. Agradecia qualquer informaçao.»</p>
<p>Um trabalho de investigação é sempre a resposta a uma questão.<br />
Só enunciando essa questão, só remetendo para o problema que te preocupa se pode esperar a ajuda esclarecedora de alguém.<br />
Deves enunciar, em primeiro lugar, qual é a questão a que o teu trabalho pretende dar resposta.<br />
Certo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em ÉTICA E TECNOCIÊNCIA. por Gabriel</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2007/05/30/etica-e-tecnociencia/#comment-54</link>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 16:12:56 +0000</pubDate>
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		<description>Estou a fazer um trabalho de filosofia 11 ano e precisava de saber quais os problemas da tecnociencia na ética. Agradecia qualquer informaçao.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou a fazer um trabalho de filosofia 11 ano e precisava de saber quais os problemas da tecnociencia na ética. Agradecia qualquer informaçao.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Ficha 11 por Silva</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2008/10/23/ficha-11/#comment-47</link>
		<dc:creator>Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 15:07:41 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria que fosse postado aqui tambem as soluçoes desta ficha formativa.

E&#039; possivel ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria que fosse postado aqui tambem as soluçoes desta ficha formativa.</p>
<p>E&#8217; possivel ?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Temas problemas do mundo contemporâneo. por anómimo</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2008/05/09/temas-problemas-do-mundo-contemporaneo/#comment-41</link>
		<dc:creator>anómimo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 14:14:25 +0000</pubDate>
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		<description>a Pobeza não é um problema do mundo contempornâneo?

eu penso que sim... por isso eu acho que deviam fazer referencia aqui sobre esta!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a Pobeza não é um problema do mundo contempornâneo?</p>
<p>eu penso que sim&#8230; por isso eu acho que deviam fazer referencia aqui sobre esta!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em ÉTICA E TECNOCIÊNCIA. por NP</title>
		<link>http://esag11.wordpress.com/2007/05/30/etica-e-tecnociencia/#comment-40</link>
		<dc:creator>NP</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2008 10:54:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://esag11.wordpress.com/2007/05/30/etica-e-tecnociencia/#comment-40</guid>
		<description>Liberdade, sempre, pelo menos entendida como consciência de possibilidades que envolvem as decisões que tomamos. Mesmo nos momentos mais constringentes, há sempre um espaço para a inovação, para a transgressão para a liberdade. Por alguma razão o homem é inteligente e inovador.
Agora, progresso... não sabemos que tal coisa seja. Um palavrão mais de natureza ideológica para justificar uma certa orientação, um daqueles postulados que cada vez mais se vislumbra contrariarem as evidências.
Por alguma razão a ética pode considerar-se, entre muitas outras coisas,  o questionamento dos actos intencionais, isto é, o questionamento possível ao que fazes &quot;com a tua liberdade&quot;. E esta resposta é complexa, pessoal...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Liberdade, sempre, pelo menos entendida como consciência de possibilidades que envolvem as decisões que tomamos. Mesmo nos momentos mais constringentes, há sempre um espaço para a inovação, para a transgressão para a liberdade. Por alguma razão o homem é inteligente e inovador.<br />
Agora, progresso&#8230; não sabemos que tal coisa seja. Um palavrão mais de natureza ideológica para justificar uma certa orientação, um daqueles postulados que cada vez mais se vislumbra contrariarem as evidências.<br />
Por alguma razão a ética pode considerar-se, entre muitas outras coisas,  o questionamento dos actos intencionais, isto é, o questionamento possível ao que fazes &#8220;com a tua liberdade&#8221;. E esta resposta é complexa, pessoal&#8230;</p>
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