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Archive for Novembro, 2008

mapa — demonstração vrs argumentação

Novembro 27, 2008 NP Publicar um comentário

DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A SIDA

Novembro 26, 2008 NP Publicar um comentário

sida

Não é novidade para ti dizer-te que a SIDA existe. Queremos apenas lembrar-te que esta doença destrói muitas vidas e que está em cada um de nós ter perante ela uma atitude responsável. Para colaborares nesta campanha contra a SIDA, pedimos-te apenas uma pequena colaboração: envia a mensagem que segue, ou outra que achares que comunga desta preocupação, via SMS e/ou MAIL a todos os teus amigos, apelando à criação de uma corrente de VIDA.

«Ama com o coracao, c o preservativo a mao. Nao deixes k a SIDA destrua a VIDA! Reforça esta corrente, envia aos teus amigos.

DiaLutaContra a SIDA — PES.Esag»

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10º — Correcção

Novembro 26, 2008 NP Publicar um comentário

Correcção da prova de avaliação.

Documento

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DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR.

Novembro 16, 2008 NP Comentários fechados

Consulta as iniciativas sobre esta iniciativa em SaudeEsag.

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Cogência e falibilidade

Novembro 16, 2008 NP Publicar um comentário

A leitora Helena Serrão deu voz aqui a uma perplexidade comum quanto à noção de argumento cogente. A perplexidade resulta da curiosa dificuldade que as pessoas têm de separar a verdade do que pensamos que é verdade.

Um argumento é cogente se, e só se, obedece a três condições: é válido, tem premissas verdadeiras e tem premissas mais plausíveis do que a conclusão. Às duas primeiras condições chama-se “solidez”: um argumento é sólido quando é válido e tem premissas verdadeiras. Assim, para ser cogente um argumento tem de ser sólido. Mas para ser sólido tem de ter premissas verdadeiras. Então, pergunta a Helena, para que serve a cogência? Se as premissas já são verdadeiras, para que precisamos de ter premissas mais plausíveis do que a conclusão? Por duas razões.

Primeiro, porque é óbvio que há argumentos sólidos que não são cogentes por serem obviamente maus: “A neve é branca; logo, a neve é branca” é um argumento sólido, mas muito mau. E todos os argumentos circulares, as chamadas falácias da petição de princípio, ou petitio principii, são argumentos válidos, podendo alguns ser sólidos. Mas mesmo assim são maus. Porquê? Porque não desempenham a sua tarefa epistémica de dar razões, a quem não aceita a conclusão, para passar a aceitá-la. Isto acontece porque quem não aceita a conclusão também não aceita a premissa ou premissas, dado que uma delas, ou mais, é igual à conclusão. Portanto, não basta que um argumento seja sólido para ser bom.

Segundo, porque não seria muito avisado defender que um dado argumento é cogente só por ser válido e ter premissas plausíveis, mais plausíveis do que a conclusão, mesmo que o argumento tivesse premissas falsas. O que é mais natural dizer, neste caso, é que pensamos que o argumento é cogente, mas estamos enganados. E estamos enganados porque as premissas são falsas, apesar de nós pensarmos, erradamente, que são verdadeiras. Nós não somos omniscientes. Tanto podemos considerar plausível uma falsidade, como implausível uma verdade; erramos. Mas seria desavisado considerar cogente qualquer argumento que nos pareça ter premissas verdadeiras, mesmo que as não tenha.

Eu explico este aspecto mais pormenorizadamente no livro Pensar Outra Vez. Mas espero que esta breve nota tenha esclarecido a Helena.

Filosofia 10

Novembro 7, 2008 NP Publicar um comentário
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